A evolução dos modelos de produção industrial
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26/03/2019

Você se lembra da matéria de história, ou melhor, de algo interessante desse tema? Se você responder um eloquente não, diríamos que você não está sozinho, muitos mal têm recordações de suas aulas.

Nossos alunos do 2º ano do Ensino Médio aprenderam sobre os três modelos de linhas de produção mais famosos que existem: Taylorismo, Fordismo e Toyotismo. Eles têm diferenças muito distintas que seguem a evolução industrial. Contudo, para entender mais sobre os temas, fomos à sala do 2º Confiabilidade.

Projetada pelo professor Paulo de Tarso, a aula consistiu em separar os alunos em três grupos. Cada um com um modelo de produção para estudar e apresentar. Eles tiveram alguns dias para se agrupar e planejar como apresentar. Com o tema previamente conceituado, tiveram informações para criar apresentações interessantes.

Beatriz, líder do grupo de taylorismo, decidiu criar uma fábrica de sanduíches. Cada colega foi designado para apenas uma função. Montando sanduíches para todos os amigos, eles perceberam que aquele modelo era lento e difícil de administrar, pois ninguém se ajudava, apenas faziam seu papel.

De lição, Beatriz leva: “Foi uma forma diferente de aprender, nada com caderno, lousa e professor falando. Foi a gente explicando com nossas palavras. Referente ao taylorismo, não é um modelo adequado, é antigo e demorado. As pessoas trabalhavam 26 horas por dia e ninguém sabia o que o outro fazia isso era muito ruim”.

Do outro lado, Fábio, líder do grupo fordismo, decidiu criar uma fábrica de refrescos. Os colegas tinham que pegar jarras, colocar água, o refresco em pó e misturá-lo. Mas eles tinham uma conveniência interessante: uma esteira na sua linha de produção, o que tornava o processo mais rápido e fácil. Mas seus colegas ainda tinham apenas um dever e quase nenhuma colaboração.

Finalmente, tivemos o grupo toyotismo, com a Tathiana como líder. Eles criaram uma fábrica de camisas de design personalizado. Esta linha de produção difere das outras porque funciona sob demanda. Não há estoque. Todos trabalharam de modo colaborativo, e entendiam todos os processos.

Para Tathiana, a grande lição foi: “Aprendemos de forma muito diferente, não é aquele negócio tradicional. Trabalhávamos por demanda e cada pessoa tinha conhecimento de todo o processo, o que facilitava as coisas. Nessa fase já havia direito trabalhista, folga e final de semana, o que melhorava a produtividade”, disse.

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